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Por Que Estêvão Morre E A Adúltera, Não?  |  Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 7:60 - E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.

Dois contextos de apedrejamento. Em um deles, em João 8:11, Jesus impede a punição de uma mulher surpreendida em flagrante adultério. No outro caso, Estêvão, homem “cheio do Espírito Santo”, foi apedrejado: “Depois, ajoelhou-se e gritou com voz bem forte – Senhor, não condenes esta gente por causa deste pecado! E, depois que disse isto, ele morreu. E Saulo aprovou a morte de Estêvão” (Atos 7:60).

Viver ou morrer: ambas as realidades estão submissas aos planos de Deus. Há vidas que glorificam a Deus. E há mortes que exaltam o Senhor, mostrando o impacto final do Seu amor sobre todas as coisas e todas as pessoas.

Uma análise ampla da história do cristianismo sugere que a gigantesca obra missionária e teológica do apóstolo Paulo teve muito a ver com o martírio de Estêvão. Lucas nos dá este indício, quando salientou: “E Saulo aprovou a morte de Estêvão”. Aprovou e nunca esqueceu. A maneira heroica do viver e do morrer de Estêvão incomodou Saulo até a estrada de Damasco, quando ele se entrega a Cristo e reconhece a fala de Jesus: “Não adianta você se revoltar contra Mim” (Atos 26:15). A morte de Estêvão mexeu de tal maneira com Saulo, que ele se tornou Paulo, o apóstolo de todos nós gentios!