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Se Eu Tiver Que Morrer, Morrerei  |  Pr. Olavo Feijó

Ester 4:16 - Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se perecer, pereci.

Houve um complô dos inimigos dos judeus, para exterminá-los. Ester, a rainha, de nacionalidade judia, resolveu interceder por seu povo, mesmo que isto significasse sua pena de morte. Eis sua decisão: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acham em Susã e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias... e assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei. E perecendo, pereço” (Ester 4:16).

Há momentos que podem significar o progresso ou a desgraça. De povos e de pessoas. Há decisões que podem significar o selo de Deus em nossa história. A judia Ester, mesmo sendo rainha, entendeu que sua posição era menos importante do que a sorte dos seus compatriotas. Por isso, mesmo sem a autorização real, foi à presença do rei e intercedeu pelo seu povo. A providência divina, como sempre, falou mais alto e o rei decidiu não exterminar os judeus.

Decisões profundas custam caro. Exigem de nós quebrantamento, jejum sincero e oração com o rosto em terra. Há situações em que sentimos que o Senhor exige de nós nosso melhor. Nossa vida. Nossos valores. Nosso tudo. O que a Bíblia nos ensina é: quando tais compreensões e decisões fluem como o resultado de nossa convicção, a parte de uma busca definitiva da vontade divina, aquilo que poderia ser tragédia é usado por Deus para a restauração e para a vitória. Tais experiências são do tipo: se eu tiver que morrer, morrerei!