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Quando A Nudez Envergonha  |  Pr. Olavo Feijó

Gênesis 3:10 - E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.

No final do segundo capítulo do Gênesis, o texto afirma que o primeiro casal andava nu e que a ausência de roupa não causava aos dois nenhum constrangimento. Mais adiante, entretanto, relata o autor bíblico: “E ele (Adão) disse – Ouvi a Tua voz soar no jardim e temi, porque estava nu e escondi-me” (Gênesis 3:10).

A pergunta do Senhor, que nos questiona até aos dias de hoje, foi direta ao ponto: “Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses? (v.11).

A vergonha da nudez corpórea não se baseou no processo da criação do primeiro casal. Ao contemplar o corpo nu de Adão e Eva, o Senhor o qualificou de “muito bom”. Além da carne e do osso, o ser humano expressava obviamente a dimensão “imagem de Deus”. Quando a imagem de Deus é cultivada na alma, a linda dignidade do Criador dentro de nós se expressa através de nós, na harmonia do corpo. A rejeição de Deus suja a santidade do corpo. Por isso, diz Paulo, quando nos envolvemos intimamente com Cristo, nosso “corpo” se transforma no templo do Espírito Santo. A vergonha da nudez do pecado é eliminada, quando nos revestimos da roupagem sem manchas que recebemos do amor de Cristo em nós.