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Certeza Pela Ressurreição  |  Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 17:31 - Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.

Paulo pregou no Areópago de Atenas, apresentando a um auditório erudito o significado cósmico da ressurreição de Jesus. Disse o apóstolo: “Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do Varão que destinou – e disso deu certeza a todos, ressuscitando-O dos mortos” (Atos 17:31).

O melhor argumento do cristianismo é um tema rejeitado pelos racionalistas do mundo: a ressurreição do Cristo. A mensagem é direta – o maior sinal da decadência da vida humana é a morte. Afirmar que o Jesus crucificado ressuscitou é anunciar o poder de Alguém, cuja realidade derrotou a morte e inaugurou uma nova vida, capaz de permanecer eterna. Por isso, em sua Primeira Carta aos Coríntios, Paulo enfatizou a realidade das aparições do Ressuscitado, citando nomes de testemunhas e, por fim, dando seu próprio testemunho, do que vivenciou na estrada de Damasco.

O Jesus histórico é importante: é a entrada do amor infinito no território finito do medo e do ódio. Com a encarnação, o Senhor se coloca no nível em que podemos entendê-lo e aceitá-lo. Com a ressurreição, o Cristo nos capacita para vivermos com Ele, no nível da vida saudável e sem fim. O Cristo ressuscitado não precisa do calendário humano – porque ele se colocou ao alcance do hoje de cada um de nós. E como confirmamos esta incompreensível realidade? Aceitando-a e testando-a em nossa vida diária. Mas do que realidade teológica, o Cristo ressuscitado transforma-se em nossa realidade existencial.