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Circuncisão Não É Regeneração  |  Pr. Olavo Feijó

Gálatas 6:15 - Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura.

judaizantes, que interpretavam o movimento criador por Jesus como apenas mais uma seita do judaísmo. Coerentemente, ensinavam que um gentio, para se tornar seguidor de Jesus precisava, primeiro, submeter-se aos rituais do judaísmo, a partir da circuncisão. Reagindo teologicamente, Paulo deixou as coisas muito claras e definitivamente não judaizantes: “Não faz nenhuma diferença se o homem é circuncidado ou não – o importante é que ele seja uma nova pessoa” (Gálatas 6:15).

Ritualismo, simplesmente por amor à tradição, era algo repudiado por Paulo. Ritualismo, simplesmente pelo simples valor estético do seu processual, podia facilmente subsistir a mensagem mais profunda, em benefício do formato de mera beleza mística. Quando enfrentou a simbologia da circuncisão, enfatizou fortemente o significado espiritual do signo. E denunciou o formalismo da tradição super pesada.

Ao afirmar que o importante é que ele seja uma nova pessoa, Paulo vai ao ponto nevrálgico. Liturgia cristã de nada vale, se o cultuador não se apresenta a Deus com o “coração quebrantado e contrito” (Salmo 51:16). Em certo ponto da sua pregação pela graça de Cristo, escreveu Paulo: “Por estarem unidos com Cristo, vocês foram circuncidados não com a circuncisão que é feita no corpo, mas com a circuncisão que é feita por Cristo, pela qual somos libertados do poder da natureza pecadora” (Colossenses 2:11). Esta é, exatamente, a regeneração que a graça de Cristo nos permite experimentar e que nos transforma em “uma nova pessoa”!