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Socorro Que Não Falta  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 46:1 - ¶ [cântico sobre Alamote, para o músico-mor entre os filhos de Coré] Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.

O grupo de Corá escreveu alguns dos salmos mais amados e repetidos pelos filhos de Deus. É o caso do Salmo 46: “Deus é o nosso refúgio e a nossa força; socorro que não falta, em tempos de aflição” (v. 1).

Muitos de nós, cristãos, desenvolvemos uma teologia folclórica, que não encontra fundamento na Bíblia. Um dos itens comuns, entre os cultores da tal teologia, nos afirma que em certos tipos de problemas Deus não se mete. Uma das famosas frases dessa postura humanista ensina que “aqui se faz e aqui se paga”. Em outras palavras, o deus central da crença folclórica fez uma lista de “aflições” – provações fora dessa lista nem merecem que oremos por elas. Sua lista de socorro não contém problemas, do tipo genético, do tipo de raça ou gênero, do tipo cultura nacional.

A Bíblia não poderia ser mais ampla e mais inclusiva: o socorro providenciado pelo Senhor nunca falta, não importa quão grande e quão grave seja nossa aflição. A razão do ensino contextual da Bíblia é simples e clara: o socorro que Deus nos dá não depende dos “tempos da aflição”. O socorro, que recebemos, depende do Deus que nos socorre. Como Seu amor não tem limite, também sem limite é o Seu socorro. Parece que o ensino do grupo de Corá foi apoiado pelo apóstolo Paulo: “Mas onde aumentou o pecado, a graça de Deus aumentou mais ainda” (Romanos 5:20). Com ou sem aflição...