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Amor Ao Mundo, Amor Aos Filhos  |  Pr. Olavo Feijó

João 3:16 - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Cada ser humano recebeu a “imagem e semelhança” do Criador. Entretanto, a capacitação de se tornar “filho de Deus” somente foi outorgada pelo Senhor a “todo aquele que Nele crer” – “Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o Seu único Filho, para que todo aquele que Nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

De acordo com a Bíblia, Deus criou o mundo motivado por Sua própria natureza: isto é, motivado pelo amor. Escrevendo aos Efésios, Paulo nos revela que “Deus já nos havia escolhido para sermos Dele... antes da criação do mundo” (cap. 1: v. 4). Toda a obra criada, antes da formação do homem e da mulher, teve a função de estabelecer o mundo, onde deveriam ser treinados espiritualmente os futuros habitantes da “nova terra” (Apocalipse 21:1, 3).

A escolha existencial de cada ser humano é explícita: aceitar ou rejeitar o amor proposto por Deus. A razão porque tantos rejeitam reside na característica dadivosa do amor. Aceitar ao Senhor implica rejeitar nossos traços egocêntricos. Temos sido ensinados a exigir tudo aquilo que consideramos nossos direitos. O projeto dadivoso de Deus nos inspira medo. Em função disto, diz João, o amor lança fora nosso medo. Aceitar o amor de Deus é uma postura corajosa, é um “salto de fé” no Filho de Deus. É exatamente esta entrega pessoal que nos capacita a nos tornarmos “filhos de Deus”.