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Por Que Não Somos Insultados?  |  Pr. Olavo Feijó

1 Pedro 4:4 - ¶ E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós.

Na sua Primeira Carta, Pedro exorta os cristãos no sentido de viver uma vida sem carnalidades, uma vida dominada pelo Espírito de Cristo. E ele alerta: “agora os pagãos ficam admirados quando vocês não se juntam com eles nessa vida louca e imoral: por isso, os insultam.” (I Pedro 4:4).

Há um definição de “contextualizar” a igreja que recomenda comportamentos estranhos ao ensino bíblico: “já que os jovens do mundo gostam de ritmo, repetições e muito barulho, passemos a cantar nossos hinos com muito ritmo, repetições e barulho”; “já que nossos vizinhos usam roupas mínimas, passemos a nos vestir do mesmo jeito”; “já que nossa mídia deixou de apresentar amor, substituindo-o por sensualidade imoral, talvez não devamos ser tão corretos em nossa vida sexual”. Aparentemente, a fórmula está “dando certo” – nossos templos estão ficando repletos de jovens que vibram na hora do show gospel, que se apegam aos seus celulares durante a pregação e que não pensam duas vezes na hora de “ir até o altar”...

Por que não somos mais insultados pelos pagãos? Por que “evangélico” deixou de ser sinônimo de correto e de limpo? Por que aumenta, em nossas igrejas, o anúncio de famílias desagregadas? A explicação do apóstolo Pedro é simples e direta: os pagãos não ficam mais admirados pelo nosso padrão de vida. Os membros de igreja estão se juntando com eles, na sua vida louca e imoral. É tempo de praticar o ensino de Paulo: “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa: acabou-se o que era velho e já chegou o que é novo” (II Coríntios 5:17).