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A Eternidade do Amor  |  Pr. Olavo Feijó

1 Coríntios 13:8 - ¶ O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

A Primeira Carta aos Coríntios foi redigida por Paulo entre 54 e 55 D.C. A Primeira Carta de João deve ter sido escrita uns quarenta anos após. Paulo nos revelou que “o amor é eterno” (I Coríntios 13:8). E João explica porque: “Deus é amor” (I João 4:8).

Aquilo que nós humanos chamamos de “amor” nada mais é do que sentimento. E dos sentimentos mais contraditórios. Porque, em nome do amor que dizemos sentir, tratamos nossos seres amados com possessividade e com egocentrismo. Consciente ou inconscientemente, este tipo de sentimento, que é imaturo, termina por fazer mal ao ser amado.

O amor paixão, possessivo, romântico é neurótico. Não é o amor eterno, que Paulo e João nos ensinam. Se é que “Deus é amor”, a atitude de amar tem que ser vista com uma postura de aceitação da essência do Senhor introjetada em nós. O amor bíblico é eterno porque o Cristo, que nos capacita a amar, criou o universo a partir da Sua eternidade. É por isso que os relacionamentos humanos mais profundos e duradouros são aqueles alicerçados em Cristo. Seu amor é eterno.