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Não Se Mata Prisioneiros de Guerra  |  Pr. Olavo Feijó

2 Reis 6:22 - Mas ele disse: Não os ferirás; feririas tu os que tomasses prisioneiros com a tua espada e com o teu arco? Põe-lhes diante pão e água, para que comam e bebam, e se vão para seu senhor.

Tendo ficado cegos os soldados da Síria, o profeta Eliseu os conduziu até ao centro de Samaria. Quando recobraram a visão, acharam que seriam mortos. Com autoridade, o profeta disse ao monarca israelense: “Não! De jeito nenhum! Por acaso, o Senhor mata os soldados que são feitos prisioneiros de guerra? Dê de comer e de beber a estes aqui e deixe que voltem para o rei deles.” (II Reis 6:22).

A Bíblia não é um livro politicamente correto. Ela não foi escrita para agradar aos leitores. As revelações divinas da Bíblia foram escritas para mexer com a consciência dos leitores. A coisa que mais desafia os leitores, porém, é a magnífica mensagem central da Bíblia: Deus é amor! No meio da história humana da civilização, ensopada de sangue e de ódio, ouvir e sentir o amor de Deus soa como absurdo. Apesar de serem de Deus soa como absurdo. Apesar de serem soldados inimigos, Eliseu ordena que fossem bem tratados. Paulo diz: “Deus prova o Seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores” – portanto, inimigos.

Cristo não veio à Terra para matar os inimigos de Deus. Mesmo sabendo que seria assassinado por Seus inimigos, insistiu em amá-los, e morreu no lugar deles. Eu não vim julgar o mundo, disse Jesus, mas para “dar vida e vida com abundância”. Somos discípulos de Cristo. E em guerra com o mundo. Não fomos chamados para matar nossos prisioneiros. Nossa missão é dizer aos inimigos: Deus ama vocês.