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Estratégias do Espírito Santo  |  Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 23:6 - ¶ E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus e outra de fariseus, clamou no conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; no tocante à esperança e ressurreição dos mortos sou julgado.

Inimigos do apóstolo Paulo, quando o viram no Templo de Jerusalém, forjaram acusações e incitaram o povo a matá-lo. A autoridade romana impediu o linchamento e convocou o Supremo Conselho dos judeus, para ouvir Paulo. “Quando Paulo percebeu que alguns do Conselho eram do partido dos saduceus e outros do partido dos fariseus, disse bem alto – Meus irmãos, eu sou fariseu e filho de fariseus. Estou aqui sendo julgado porque creio que os mortos vão ressuscitar.” (Atos 23:6).

A inspiração do Espírito, como sempre, deu certo. Fariseus e saduceus começaram a discutir ferozmente, por causa das diferenças entre eles. Diferenças, aliás que Paulo trouxe à tona, propositadamente.

Jesus declarou a seus discípulos que, quando estivessem em julgamento, por amor a Ele, que o Espírito Santo lhes daria o discurso adequado. Uma das maneiras que o Espírito ajudou a Paulo foi trazendo-lhe à memória a rivalidade que separava seus inimigos. Este pode ser um exemplo do conselho de Jesus, sobre sermos “simples como as pombas e prudentes como as serpentes”. Ser só pomba não funciona. Como também não funciona ser só serpente. Daí nossa necessidade da inspiração do Espírito. Na hora da injustiça, nossa tentação é a de ouvir nossa própria raiva. Lembremo-nos da superioridade das estratégias do Espírito Santo.