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Piedade, Contentamento, Lucro  |  Pr. Olavo Feijó

1 Timóteo 6:6 - ¶ Mas é grande ganho a piedade com contentamento.

O dinheiro, unido com ambição sem freio, produz insatisfação e inquietação. Escrevendo sobre o assunto, para Timóteo, Paulo declara: “De fato, a piedade com contentamento é fonte de lucro...” (I Timóteo 6:6).

Paulo não condena o dinheiro em si. O problema está no “amor ao dinheiro”. Amar o dinheiro leva a pessoa para caminhos enganosos e desastrosos. Amar pessoas é saudável, é bíblico. Amar coisas é idolatria, é doentio – constitui “a raiz de todos os males”. O antídoto para os males da avareza é a transferência do amor. Ao invés de amar coisas, amar o Senhor das coisas. Como disse Jó, “o mesmo Senhor que dá é o Senhor que tira”. Contentamento é concluir: “bendito seja o nome do Senhor”.

A “piedade com contentamento é a postura daquele que “em dudo dá graças”. Contentamento piedosos vem do acreditar que “o Senhor faz todas as coisas, conjuntamente, contribuírem para o bem daqueles que O amam”. Piedade com contentamento nada tem a ver com otimismo irresponsável. Daí Paulo concluir que ela é fonte de lucro. Porque aquele que valoriza o que tem, atribuindo-o à soberana providência divina, goza de paz interior. A atitude cristã, que reconhece a inteligência do plano divino, produz lucros emocionais, lucros espirituais, lucros físicos. Para o cristão, lucro não é objetivo, mas a consequência natural da dependência do Senhor.