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Louvando, na Prisão  |  Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 16:25 - ¶ E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam.

Em plena prisão, Paulo e Silas acharam normal orar e cantar hinos. Esta postura de comunhão com Jesus mexeu com todos na cadeia: “Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus e os outros presos os escutavam “(Atos 16:25).

Qual é a vantagem de orar e cantar quando todas as coisas vão bem e ninguém está sofrendo? Quem é que fica angustiado, quando tem um bom emprego? Quem é que não canta à toa, quando a saúde está ótima?

Nosso negócio, neste mundo, é ter tribulações mesmo. Quando a isso, o Senhor foi muito claro e franco. Nosso problema, talvez, se encontre em não discernir a presença e a ação de Cristo, no meio da tribulação toda. Todo crente amadurecido tem experiências marcantes da presença e da atuação de Cristo, quando tudo parecia desabar. Por que a gente esquece disto?

Como crentes em Cristo e filhos de Deus, nossa missão na terra é, exatamente, orar e cantar no meio das prisões. O Senhor nos colocou nas prisões para que “os outros presos nos escutem”.