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A Terra está de Luto  |  Pr. Olavo Feijó

Joel 1:10 - O campo está assolado, e a terra triste; porque o trigo está destruído, o mosto se secou, o azeite acabou.

O Senhor deu ao profeta Joel uma tarefa pesada. O pecado, como as nuvens de gafanhotos, produz a ruína da terra: “Os campos estão arrasados, a terra está de luto, pois os cereais foram destruídos, as parreiras e as oliveiras secaram” (Joel 1:10).

A terra, quando criada pelo Senhor, era bela e produtiva. Era como um jardim de prazeres, de acordo com o nome Jardim do Éden. Aconteceu, entretanto, a arrogância e a autossuficiência, de modo que o pecado se infiltrou em todas as formas dos relacionamentos. Além de arruinar as relações com o Senhor, o pecado deformou as relações humanas e, como consequência final, arruinou as relações do ser humano com o meio ambiente. Foi o princípio da decadência ecológica.

Hoje, ao contemplarmos o mundo, constatamos com terror a profecia de Joel - “a terra está de luto”. A evolução da decadência da terra vem acompanhando, inexoravelmente, o desenvolvimento da decadência espiritual. A ganância que, como o amor ao dinheiro, “é a raiz de todos os males”, não tem respeitado limites, na exploração predatória dos recursos naturais. De modo que, aos poucos, biomas destruídos vêm causando, sistematicamente, a extinção das espécies. A mensagem de Joel é um apelo para a volta a Deus. É um convite para o arrependimento, a obediência ao Senhor e a reconstrução da Terra. Paulo diz que a criação aguarda, com gemidos... a revelação dos filhos de Deus. A criação espera que os cristãos levem a sério sua obediência ao Senhor e quebrem o “luto da terra”.