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Nosso Equilíbrio na Carne  |  Pr. Olavo Feijó

2 Coríntios 12:7 - E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar.

Paulo recebeu visões extraordinárias das coisas divinas, antes de começar seu apostolado aos gentios. Por isso, Paulo escreveu: “Para impedir que eu me exaltasse, por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne...” (II Coríntios 12:7).

Não importa, realmente, descobrir que tipo de “espinho na carne” o Senhor permitiu no corpo de Paulo. O importante é saber que “o espinho” foi uma fragilidade providenciada por Deus, para impedir que ele tropeçasse nas grandes bênçãos recebidas e se tornasse vaidoso.

Olhando para todos os apóstolos, patriarcas, profetas e demais personagens bíblicos, em todos eles encontramos algum “espinho na carne”, providenciado pelo Senhor. Diante das orações de Paulo, o Senhor explicou: “A minha graça te basta. A minha força se aperfeiçoa na fraqueza”. Ensino mais claro é impossível. O poder de Deus não combina com o poder humano: ele é vasto demais e exige todo o território da nossa vida. Entregar ao Senhor nossa fraqueza, então, é abrir caminho para a atuação da graça divina. Por isso, a melhor maneira de enfrentar nosso espinho é nos concentrarmos na Sua graça. É quando a graça divina nos basta.