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Pressa, no Pedido de Socorro  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 70:1 - ¶ [Salmo de Davi para o músico-mor, para lembrança] Apressa-te, ó Deus, em me livrar; SENHOR, apressa-te em ajudar-me.

O Salmista, à semelhança de todos nós, deseja ser socorrido pelo Senhor o mais depressa possível: “Apressa-te ó Deus, em me livrar. Apressa-te, ó Jeová, em me socorrer” (Salmo 70:1).

Mesmo sendo de autoria divina, a Bíblia é o livro que mais vai ao encontro da natureza humana. As histórias humanas que ela descreve parecem a reprodução de nossa própria biografia. Ora, um dos traços mais marcantes de nossa personalidade é a impaciência. Impaciência quando queremos muito alguma coisa. Impaciência diante da evolução natural da vida. E, sobretudo, impaciência diante dos sofrimentos, tribulações e necessidades que enfrentamos no mundo.

Aparentemente, nossa visão humana só enxerga coisa negativa, quando sofremos. Daí a nossa pressa em acabar com a tribulação. Só que, na visão divina, tribulação é um valioso instrumento para nosso processo de aperfeiçoamento. Na Sua coerência, o Senhor usa todo o tempo que nos for necessário, para que cheguemos aos nossos níveis de maturidade espiritual. A pressa, neste caso, certamente será a injustiça da percepção... Talvez nossa oração devesse ser: “Senhor, do meu ponto de vista, eu tenho pressa. Mas ajuda-me, Senhor, a crer no Teu ponto de vista. E no tempo melhor, que é o Teu tempo”.