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Nós, os Gentios  |  Pr. Olavo Feijó

Isaías 56:3 - ¶ E não fale o filho do estrangeiro, que se houver unido ao SENHOR, dizendo: Certamente o SENHOR me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que sou uma árvore seca.

Muitos séculos antes da Paulo ser vocacionado como Apóstolo dos Gentios, sua base bíblica fora revelada a Isaías: “Que nenhum estrangeiro que se disponha a unir-se ao Senhor venha a dizer – O Senhor me excluirá do Seu povo” (Isaías 56:3).

A mensagem de Jesus Cristo é contra a exclusão. Ele anunciou “vinde a Mim todos” – e concretizou esta mensagem durante todo o Seu ministério. Isaías e Paulo confirmam a postura de inclusão pregada e vivida pelo Cristo.

Nós, os cristãos contemporâneos, somos os gentios. Somos os estrangeiros, os diferentes, cujo sangue não recebemos de Abraão. Paulo nos chama de “Israel de Deus”. A nossa fé e aceitação de Jesus é a nossa “circuncisão espiritual”. Diante de todo esse contexto é algo de se estranhar quando vemos, dentro de muitas igrejas, formas explícitas ou zeladas de discriminação e exclusão. A palavra do Senhor é simples: “quem crer e for batizado será salvo”. E acrescenta a óbvia obrigação ética – “para que produzais frutos”. Nós, os gentios do Século XXI, somos bem diferentes dos gentios do Século I. Jesus Cristo, entretanto, continua o mesmo. Sua mensagem continua a mesma. Como continuam as mesmas as suas exigências; amá-lo e obedecê-lo. Que nenhum “estrangeiro” diga de nossas comunidades: fui excluído do Seu povo.