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Para que se cumpra a Justiça  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 13:15 - Porque o coração deste povo está endurecido, E ouviram de mau grado com seus ouvidos, E fecharam seus olhos; Para que não vejam com os olhos, E ouçam com os ouvidos, E compreendam com o coração, E se convertam, E eu os cure.

João Batista estava certo. Jesus não precisava do batismo do arrependimento. O Senhor, porém, explicou ao Batista que deveria haver uma sucessão natural entre o ministério dos dois – e o batismo constituía o ponto de harmonia. Por isso, “Respondeu Jesus – Deixe por enquanto. Convém que assim o façamos, para cumprir toda a justiça. E João concordou” (Mateus 13:15).

O batismo bíblico é um dos poderosos símbolos da obra de Deus no mundo. Aquele que aceita batizar-se “submete-se” à realidade espiritual de que “o salário do pecado é a morte”. Mas aceita também que o batizar-se em Cristo está declarando a justiça divina, capaz de trazer à vida quem quer que tenha morrido. E que aceitou Jesus Cristo, “como o Filho amado, em Quem Me comprazo”.

Ao batizar-se por João, Jesus possibilitou a vinda do Espírito Santo, de forma visível, proclamando ao mundo que Jesus é o Cristo. Aceitar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus é uma experiência tão profundamente poderosa que o Evangelista João revela: “aos que creram no Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus”. A “justiça” cumprida no fato histórico do batismo de Jesus tem implicações multiformes. Uma delas é a que nos habilita a sermos filhos de Deus.