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O Envelhecimento dos Ossos  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 32:3 - Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia.

O Salmo 32 é um dos textos mais lindos e mais profundos, sobre o impacto do arrependimento e do perdão. Por contraste, o Salmista descreve o inferno em que viveu, enquanto não conseguiu o arrependimento: “Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia” (Salmo 32:3).

Para que haja arrependimento é necessário que ocorra confissão de pecado. E é neste ponto, talvez, que o processo espiritual fique emperrado. Reconhecer o próprio erro é doloroso. Por isso, exige maturidade espiritual e humildade diante do Senhor. O preço do não reconhecimento dos próprios erros, porém, é alto e devastador. A imagem usada por Davi é forte: recusar o reconhecimento e a confissão é pior que a osteoporose, que destrói a força dos ossos.

Por outro lado, o reconhecimento de pecado e o perdão do Senhor constituem bálsamo e fortificante para nossos ossos e nossa alma. Que o diga quem já experimentou tudo isso. Por essa razão, o Salmo 32 começa com o hino: “Bem aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado é coberto”. É fortalecimento para os nossos ossos.