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Anjos sem Amor  |  Pr. Olavo Feijó

1 Coríntios 13:1 - ¶ Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

O que Paulo escreveu sobre o amor, sobre o amor em Cristo, ainda deve ser o padrão cristão dos relacionamentos. “Ainda que eu falasse as línguas... dos anjos e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine” (I Coríntios 13:1).

No decorrer do capítulo 13, vamos entendendo que amor é um modo de crer e de viver, de falar e de fazer. Em nossos relacionamentos, sem dúvida existe espaço para a linguagem poética e, até, romântica. Se, porém, esta linguagem não vier acompanhada por uma conduta coerente de amor cristão, de doação, de reconhecimento, de perdão, de cooperação, o discurso fica reduzido ao som vazio do “metal que soa”...

A linguagem dos anjos sem amor faz ruído, mas apenas produz o barulho de sino badalando, sem mensagem nenhuma.

No relacionamento em Cristo, são as obras que falam. Elas são construídas por gestos cuidadosos e carinhosos. Elas não apresentam posturas de julgamento. Elas exalam o amor do Cristo até no mínimo comportamento.

Os anjos que fazem a diferença, na vida, têm sido aqueles que expressaram a língua reveladora do amor de Deus, em Cristo.

A linguagem dos relacionamentos em Cristo deve ser a dos anjos com amor.