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Pastor Olavo Feijó, nascido em 1930, é Bacharel em Teologia pelo Seminário do Sul, licenciado em Pedagogia pela UERJ, Mestre em Educação Cristã e Doutor em Educação, pelo Southwestern Seminary, Estados Unidos, e Pós-Doutor em Psicologia Desportiva, pela Universidade de Maryland, Estados Unidos. Professor Titular de psicologia, especialista em Percepção e Motivação. Foi pastor no Brasil e nos Estados Unidos. Consultor de relacionamentos humanos. Autor e co-autor de vários livros. Foi professor no Seminário Batista do Sul do Brasil e em universidades no Brasil, Estados Unidos, Paraguai e Chile. Casado com a psicoterapeuta Dra. Cristina Feijó.
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O Amor Sem Obras é Morto | Pr. Olavo Feijó
João 14:15 - ¶ Se me amais, guardai os meus mandamentos.
Explicando aos seus discípulos qual é a natureza do relacionamento real entre eles e seu Mestre, Jesus disse: “Se me amares, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15).
Quando duas pessoas, após explorar o profundo de sua personalidade, decidem dedicar o seu amor um ao outro, umas das coisas que acontecem é o estabelecimento de um contrato pelas duas.
Explicita ou implicitamente, a expressão do amor a dois implica a aceitação de um pacto, no qual ambos definem as coisas que são aceitáveis e aquelas que não serão aceitas, no relacionamento que viverão. Essas cláusulas funcionam como mandamentos. Quando tais mandamentos são desrespeitados sistematicamente, não há relacionamento de amor que agüente.
Quando o amor é consciente e coerente, ninguém acha pesado cumprir os “mandamentos” do contrato de amor. Pelo contrário, no pacto do amor, guardar os mandamentos é algo alegre e feliz, sempre aperfeiçoando a personalidade dos que amam. O sentimento do amor deve expressar-se por obras coerentes de amor.
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