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O preço de ter medo  |  Pr. Olavo Feijó

Juízes 7:3 - Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.

No início da biografia de Gideão existe o relato do domínio dos midianitas sobre os israelitas, durante sete anos. Foi neste momento que o Senhor convocou o filho de Joás para liderar a libertação do seu povo. A estratégia que Jeová mandou Gideão obedecer pareceu mais uma farsa, do que um plano de guerra. Logo de início, o Senhor ordenou: “Anuncie ao povo o seguinte – Quem estiver com medo, que saia do monte Gilboa e volte para casa. Gideão anunciou e vinte e dois mil homens voltaram. Mas dez mil ficaram. E o Senhor disse a Gideão – Ainda é gente demais” (Juízes 7:3-4).

Após mais algumas ordens, completamente ridículas, sob o ponto de vista militar, a história descreve a completa vitória de Gideão e seus trezentos guerreiros... E, por quarenta anos, os israelitas viveram em paz.

Que fazer com nosso medo, quando o próprio Deus nos manda batalhar, enfrentando um mundo mau e um inimigo superior em forças humanas?

O medo só é positivo, quando nos ensina a ter prudência. Fora disso, o medo é negativo e um péssimo conselheiro. João, na sua Primeira Carta, nos ensina como vencer o medo, através do amor de Deus em nós. “Deus é amor. Aquele que vive no amor vive unido com Deus e Deus vive unido com ele. No amor não há medo – o amor que é totalmente verdadeiro, afasta o medo” (I João 4:16,18). O preço de ter medo é não viver com Deus. A bênção de viver com Deus é libertar-se do medo.