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O amor não é leviano  |  Pr. Olavo Feijó

1 Coríntios 13:4 - ¶ O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

O apóstolo Paulo nos revela o conteúdo complexo e profundamente amadurecido da atitude do amor. Dentre outras dimensões, o amor não é leviano. “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso. O amor não trata com leviandade, não se ensoberbece” (I Coríntios 13:4).

Aquele que ama se recusa a aceitar acusações infundadas contra os outros. Não somente não aceita tais acusações, como procura ser correto até na postura de elogiar. O adjetivo é uma coisa perigosa. Ele pega apenas um detalhe da pessoa e faz dele a única dimensão humana daquele indivíduo. Reduzir indivíduos a apenas um detalhe – seja qualidade ou defeito – é uma forma de diminuir a complexidade e a riqueza da pessoa.

Leviandade é achar natural reduzir pessoas, recusando-se a olhar para as qualidades amplas de sua personalidade. O conselho de Tiago nos ensina a não cultivar a leviandade: ”Meus irmãos, vocês que creem no nosso glorioso Senhor Jesus Cristo nunca tratem as pessoas de modo diferente por causa da aparência delas”(Tiago 2:1). O antídoto para a leviandade, então, é ver as pessoas com os olhos de Cristo. Quem ama, à maneira de Cristo, aceita a pessoa como um todo. E, ao perceber problemas, ora, em amor, pela sua saúde espiritual.