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A Prosperidade do Cristão  |  Pr. Olavo Feijó

Êxodo 1:3 - Issacar, Zebulom, e Benjamim;

O “varão justo”, descrito no Salmo 1, tem as características daqueles que foram justificados pela fé em Cristo: têm prazer na lei e na comunhão com o senhor, não perdem tempo na companhia daqueles que desrespeitam o Senhor. Por isso, “tudo quanto fizer, prosperará” (Salmos 1:3).

O “prosperar” do Salmo 1º não deve ser confundido com as benções automáticas, prometidas pela “teologia da prosperidade”. Nela todo crente, pelo simples fato de se filiar a uma igreja, tem a garantia de alcançar uma polpuda conta bancária, com direito a carro do ano, casa em bairro nobre e roupas com marcas granfinas.

A prosperidade, referida pelo Salmista, tem a ver com perseverança. Há traduções que dizem: “ele leva até o fim tudo aquilo que começa”. A prosperidade do cristão, neste contexto, é aquela que advém da atitude de responsabilidade, de compromisso, da coragem de continuar apesar de todos os pesares.

A prosperidade do cristão é, sim, uma conseqüência natural da sua fidelidade ao seu senhor. Ela é o prêmio que o Senhor dá à disciplina espiritual e física do cristão que, quando começa a arar a terra, “não olha para trás”. Bem-aventurado o cristão perseverante na sua fé nas suas obras: ele prosperará.