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Nossa Qualidade É Muito Boa  |  Pr. Olavo Feijó

Gênesis 1:31 - ¶ E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

Após cada fase do processo criador, o Senhor avaliou o resultou como “bom”. Na fase última, diz o texto: “E Deus viu que tudo o que havia feito era muito bom” (Gênesis 1:31).

O advérbio “muito”, antecedendo o adjetivo “bom”, no contexto da criação do ser humano, tem desafiado a imaginação dos intérpretes da Bíblia. Foi mero entusiasmo estético, expressado pelo Criador? Foi uma forma de apontar a superioridade da mulher e do homem, quando comparados com o restante da criação? Ou constitui um desafio teológico, essencial para entendermos a revelação feita em Efésios 1:4-5? Neste contexto, Paulo nos informa que, antes mesmo “da criação do mundo” descrita em Gênesis, “Deus já nos havia escolhido para sermos Dele por meio de nossa união com Cristo”: “Deus já havia resolvido que nos tornaria Seus filhos, por meio de Jesus Cristo, pois este era o Seu prazer e a Sua vontade”.

A matéria prima para criar um “filho” de Deus tinha que ser “muito boa”. Esta matéria prima, que a Bíblia chama de “imagem e semelhança de Deus”, exigiu a criação de um ser capaz de aceitar e se submeter ao “amor” de Deus. Porque amar a Deus é uma decisão de fé, uma postura de reconhecer o senhorio amorável do Pai. “Deus é amor”: a essência da tragédia humana reside na rejeição do amor divino, revelado e demonstrado em Cristo. Quando aceitamos Jesus, o Cristo, nós dinamizamos o potencial “muito bom” com que Deus nos dotou!