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Não Somos Nem Seremos Órfãos  |  Pr. Olavo Feijó

João 14:18 - ¶ Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.

No Seu longo discurso de despedida, Jesus se dedica a preparar Seus discípulos para o período entre Sua morte e ressurreição, de um lado, e a Sua manifestação como o Rei eterno da “nova Terra”, do outro lado. Sabendo que um período assim tão longo poderia desanimar Seus seguidores, no decorrer dos séculos, Jesus garantiu: “Não vou deixá-los abandonados, mas voltarei para ficar com vocês” (João 14:18).

Ao falar sobre Sua “segunda vinda”, Jesus não se preocupou em discutir problemas de cronologia humana. A segunda vinda de Jesus só pode ser compreendida por aqueles que, na “primeira vinda”, O aceitaram como o Cristo, o Enviado do Pai para nos dar a “vida eterna”. Foi o que Jesus disse, na Sua oração por nós, registrada por João (17:3): “E a vida eterna é esta: que eles conheçam a Ti, que és o único Deus verdadeiro; e conheçam também Jesus Cristo, que enviaste ao mundo”.

Quando vemos, outra vez, os “mercadores dentro dos templos”, nós nos sentimos órfãos. Quando contemplamos o desrespeito ao sacrifício do Filho, no meio dos sermões que mais parecem marketing religioso, nós nos sentimos órfãos. Graças a Deus, o Filho nos manda o Seu Santo Espírito. Porque ele é o Consolador, o único que tem poder para nos consolar. O único capaz de limpar nossas lágrimas e reavivar nossa fé. Fomos adotados como filhos, desde antes da criação do mundo (Efésios 1:4). Nunca seremos órfãos.